Uma atração que os visitantes conferem logo na entrada da Casa da Cultura é um tapete de serragem colorida, de 28 m – arte típica das festas religiosas da cidade – justa homenagem a tradição popular.
“Na recepção, uma recepção. Mata virgem e índios a nos olhar. Mata domesticada no chão, desenhada com serragens coloridas, uma tradição da Festa do Divino. Mata meio morta, meio viva. Índios meio mortos, meio vivos. Colonizadores meio mortos, meio vivos. Todos diante da riqueza múltipla de Paraty e de seu futuro.”
Bia Lessa
Este tapete trata-se de uma reprodução do quadro de Rugendas, “Florestas Brasileiras”. Feito pelo cineasta Marco Sachs e sua equipe, o tapete é protegido por um vidro para que os visitantes possam caminhar sobre ele.
Seguindo pelo tapete, o visitante tem acesso a um completo roteiro turístico eletrônico, onde os visitantes podem explorar todo o potencial da região. O material comprova que o charme de Paraty não se resume às charmosas ruas do centro histórico, mas também é uma abençoada combinação de elementos da natureza.
Juntamente com os roteiros, encontram-se expostas reproduções de gravuras do navegador alemão, Hans Staden, que retratam o período em que foi mantido em cativeiro pelos índios Tupiniquins, em Ubatuba. |